A cidade


Segundo registros históricos, o nome do município está ligado ao seu primeiro povoador branco, Simão Dias, o francês, que aqui chegou em meados do século XVII, procedente de propriedade de Braz Rabelo.

A chegada de Simão Dias a estas terras motivou o desbravamento das fronteiras sergipanas que antes terminavam em Itabaiana e Lagarto.

Pertencente a freguesia de Nossa Senhora da Piedade de Lagarto, antes da vinda de seu fundador, a área em que se localiza Simão Dias era conhecida como Sertão do Vaza-Barris. Seu povoamento se deve as primeiras concessões de sesmarias, as margens do rio Vaza-Barris, nos limites de Itabaiana e Jeremoabo.

Seus primeiros habitantes foram índios remanescentes dos tapuias, fugitivos da tropa de Luís de Brito, Governador Geral da Bahia que havia tentado conquistar Sergipe antes de Cristóvão de Barros. Sob a égide da destruição indígena, deu-se a guerra nos aldeamentos próximos a foz do Rio Real, resultando num genocídio indígena, levando os remanescentes a se dispersarem rumo a região semiárida. Segundo Déda: "Na sua fuga para o desconhecido, o grupo surrado e errante parou, estupefato, ao meio de uma mata virgem." Chegaram ao Rio Caiçá e ali constuíram a primeira taba. Estes indíos tiveram seus antepassados catequizados pelo sesuíta Gaspar Lourenço, o que possibilitou a convivência tranquila nas matas do Caiçá.

Com a invasão Holandesa, surge a determinação de evacuar os rebanhos até as margens do Rio Real. Esta circunstância levou Braz Rabelo, criador em Itabaiana e residente na Bahia, a decidir por esconder seus rebanhos nas terras das matas, à beira do Rio Caiçá.

 

 

 


Simão Dias é um município brasileiro do estado de Sergipe, Região Nordeste do país. Sua população estimada em 2015 é de 40 526 habitantes.

Bairros:

Segundo registros históricos, o nome do município está ligado ao seu primeiro povoador branco, Simão Dias, o francês, que aqui chegou em meados do século XVII, procedente de propriedade de Braz Rabelo.

 

A chegada de Simão Dias a estas terras motivou o desbravamento das fronteiras sergipanas que antes terminavam em Itabaiana e Lagarto.

 

Pertencente a freguesia de Nossa